Apesar de poder significar muitas coisas, Panquecas frias não tem exatamente um porquê. Passamos meia hora pesquisando, francês, inglês, italiano, hebraico, para no fim colocar uma coisa realmente idiota e sem sentido. Como as únicas opiniões que importam são as nossas, resolvemos deixar assim.

Estávamos nós, eu e Camila, tendo recordações e, claro, ouvindo músicas antigas do Forfun. Porque as recordações são mais doces acompanhadas de belas músicas. Porque a época em que Forfun desafinava era mais feliz.
E cara, como é legal ver fotos tiradas cinco anos atráz e perceber que éramos mais toscas do que imaginávamos. E cara, como é legal ter a certeza que daqui a cinco anos vamos olhar as fotos que tiramos hoje e descobrir que continuamos sendo toscas. Fato.
Cada uma em um pc, como de costume, mas no mesmo quarto. E a Camila gritou que tinha um besouro perto dela, olhei e disse que não ia matar porque ele era muito nojento, daí a ela pegou uma havaiana e matou. A camila me falou que ele tinha grudado na chinela e fui pegar pra limpar quando vi uma luzinha...

Camila, tu matou um vagalume!

Ela alega sua inocência dizendo não ter conhecimento da espécie do besouro. Eu sempre imaginei os vagalumes mais bonitinhos. Deus, a cor deles é muito nojenta. Daí eu disse 'será que a luz fica acesa pra sempre quando eles morrem? Acho que não. Vou deixar ele pregado aí pra mais tarde conferir.' *---* Meia hora depois fui ver a chinela..

Camila, o vagalume sumiu!

Enfim, o safado não tinha morrido e agora deve estar bolando um plano malígno pra se vingar de nós. Detesto vagalumes porque eles acabam com nossas experiências científicas. É. Afinal a luz apaga ou não apaga quando eles morrem? Se sim, demora quanto tempo pra apagar? Isso é frustrante.

Ainda bem! O pc voltou a postar imagens. Brigada, bonitos, eu sei que foi a reza de vocês que ajudou aqui.  Então vamos lá pro que interessa.. o show do Cine, como eu havia prometido. Sinto dizer.. não curti.
Certo, já começou dando tudo errado por que o povo da organização inverteu os show's de abertura e tivemos que trocar nossos ingressos. Foram poucas e boas muitas e más até conseguirmos o ingresso com abertura da Enverso. Tivemos que entrar em contato com o produtor e quem acredita aê que o cara passou a perna na gente? Acho que ficamos tão aliviados por finalmente conseguir trocar o tal ingresso que não conferimos direito e não vimos que tínhamos pagado camarote e recebido pista. Cara safado, vou te xingar ever!
Então, chegamos lá armamos nosso barraquinho básico a acabamos conseguindo o camarote mesmo. Só que [ já devo ter comentado aqui que detesto "só que's"] quando chegamos a Enverso já tinha entrado e pior.. já tava na penúltima música. Aí fud'eu com o que restava da minha felicidade.
Apesar de tudo, fui pra porta do camarim e garanti minha 4ª foto com o Gnomo *----* hm, delicious. Pra que sabe quem é.. ele cortou os cachinhos! Mas ele me disse que foi porque passou no vestibular..

Daí entrou Cine.. não sei bem como falar do show. Os caras são super gente boa, Dh deu umas reboladinhas simpáticas, algumas músicas me contagiaram.. mas outras não. Não entendi qual foi a idéia de soltar um funk uma hora lá.. funk, hein, meu bein?! e digo mesmo que o Lanza é bem mais cativante. Enfim, não me arrependo de ter ido não, mas da próxima vez que tiver show deles aqui só vou se for de graça. é.




Agora mudando de assunto.. próximo post vou contar como foi e ainda vai ser, lá no Dragão Fashion.. com direito a fotos dos desfiles, beleza?

PARTE 7-


Fazia uma noite gélida, mas o novo aquecedor era suficiente para manter uma temperatura agradável no interior da casa. Juliet não conseguia dormir. Depois de passar o primeiro dia com a filha, a cegueira já não a incomodava, agora tinha outra preocupação.
Talvez fosse um exagero seu. Damie era uma criança, devia ter imaginado tudo aquilo. Afinal ela não podia estar realmente sentindo uma presença. Fora uma brincadeira, só isso.
Mas a garota pareceu bastante convincente quando estava jantando e esticou o dedo, em riste, para uma cadeira vazia. Juliet até sentiu um arrepio quando ela perguntou:
-Quem é sua amiga mãe?
-Como, querida?
-Sua amiga que está nos observando comer. Não vai me dizer seu nome, mamãe?
-Do que você está falando? Não há ninguém nos observando minha filha.
-Sim. Eu posso sentí-la, sei que está aí.- largou os talheres e puxou a boneca, que estava em seu colo, para mais perto do corpo.
-Ora, já brincamos muito hoje, agora é hora de jantar. Quer mais lasanha?
-Não, obrigada.
O melhor era esquecer isso. No dia seguinte levaria Damie ao parque, deveria descansar agora. Levantou-se e foi até o quarto da filha. Lá estava ela, dormindo. Juliet mencionou deitar na cama, ao lado da garota, mas desistiu ao perceber que o espaço era demasiado pequeno para as duas.
Estava voltando para seu quarto, decidida a dormir, quando lembrou da boneca de pano. Ela não estava no quarto com Damie, então foi até a sala e encontrou-a no sofá. Trouxe consigo até sua cama, onde se deitou, e ficou acariciando seus cabelos de lã, até, finalmente, adormecer.


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pessoas vou para de postar a história porque não tá tendo retorno e eu sei que vocês só não tão dizendo eu isso é uma merda porque são muito educados.. então vou parar de torturar suas mentes com essa história besta.. :}

PARTE 6-

Por que ela não lembrou? Como pode esquecer? Sua própria filha!
Mas estava tudo muito claro. Cega. E as memórias voltavam a sua mente como se fosse um filme.
Damie não tinha visão. Nunca tivera. Nascera com falhas irreversíveis na retina, que a impossibilitavam de enxergar o que quer que fosse. Sem luzes, sem cores, sem nada. Nem mesmo uma borrão, apenas um infinito buraco negro.
Agora Juliet compreendia porque sempre lembrava de seus grandes olhos azuis quando pensava na filha. Era porque, em algum lugar de sua mente esta lembrança estava exilada, no seu subconsciente.
E prestando mais atenção naqueles mesmos olhos ela percebeu que havia uma diferença, só para aqueles que atentassem, mas estava lá. Por trás daquelas íris azuis como o mais profundo dos oceanos. O desconhecido podia ser notado.
E a garota, agora sentada na cama, acariciava a boneca de pano com expressão de encantamento.
-Mamãe adorei todo o quarto. Mas o que mas gostei foi da bonequinha. É tão macia.
- Que bom filha, o nome dela é Damie, assim como o seu... sabe porque?
-Porque?
-Porque fiz ela igualzinha a você... por isso ela é a mais linda boneca de pano do mundo.
-Você mesma fez? Sozinha? Obrigada, eu amei minha surpresa, mamãe.
E estendeu as mãos procurando o corpo de Juliet, que a amparou e retribuiu o abraço sem conter as lágrimas.

PARTE 5-


Juliet pegou a filha nos braços.
- A mamãe preparou uma surpresinha pra você, é simples mas acho que você vai gostar, vamos até lá?
-Uma surpresa?- indagou com voz adocicada, de criança. Ela era mesmo uma linda menina, pensou Juliet. - Eu sempre gosto de surpresas!
Levou-a até o quarto violeta. A menina ficou muda.
- Gostou filha? Se preferir outra cor pode dizer...
- Do que você está falando mãe?
- Do quarto, querida, pensei que fosse gostar.
- Então me ponha no chão!
Obedeceu. Viu a garota apoiar as mãos na cama e ir apalpando-a. Depois, andando excessivamente devagar e com as duas mãos estendidas à frente, chegou até a cômoda e fez o mesmo. Juliet não compreendeu a atitude de Damie. Ela estava agindo como se fosse... exatamente como se fosse...“ Tome cuidado e lembre-se que não está acostumada com a casa e os móveis, então nada de ficar circulando sem ajuda de sua mãe.”

PARTE 4-


Anthony trouxera a menina no colo e as malas na mão. O pai preocupado só deu a partida no carro depois de falar com Juliet, sem que Damie ouvisse:
-Você sabe, se precisar de algo...
-Eu ligo. Já sei, mas acho que já tenho condições de cuidar da minha própria filha. Vou fazer com que ela seja a criança mais feliz do mundo daqui pra frente. Não se preocupe.
O ex-marido só permitiu que Damie fizesse a visita quando Juliet concordou que ele viesse jantar com elas todas as noites da estadia da garota.
-Filha, até amanhã. Você sabe que pode ligar a qualquer hora- Juliet tamborilou os dedos, impaciente – Tome cuidado e lembre-se que não está acostumada com a casa e os móveis, então nada de ficar circulando sem ajuda de sua mãe. Eu te amo.
-Sim, papai. Também amo muito. - despediu-se com um beijo.
Juliet viu o ex-marido partir, perguntando-se o que teria com seus móveis e casa.

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Sei que vocês não tão gostando.. mas pediram e agora vou postar a história até o fim :} sofram as consequências de seus atos.. hoho.

PARTE 3- Só o que podia lembrar da garota eram seus olhos, grandes e azuis. Quando fora internada, Damie tinha apenas um ano e mal sabia pronunciar algumas poucas palavras. Fora doloroso pra ela ter que deixar de ver a filha, porém aquela fora uma época de muitas dificuldades. Suas crises eram tão fortes que dominavam seu corpo e sua mente e não sobrava muito espaço para sentir saudades da menina. Agora a idéia de ser mãe lhe parecia um tanto quanto estranha. Era como uma experiência vivida em outra vida, como se não a pertencesse. Alguns fatos ocorridos antes da sua internação foram totalmente apagados de sua memória.

No entanto esse sentimento não limitava a euforia que sentia por tê-la ali, tão perto. Juliet já preparara um quarto só para Damie. Com paredes violetas e móveis brancos. Não tinha muita decoração, mas prometeu pra si mesma que da próxima vez que a filha viesse estaria tudo impecável. Também não tinha brinquedos. Fora uma boneca. Uma boneca de pano, costurada a mão pela própria Juliet e inspirada em uma foto que tinha da filha.
A boneca media quase um metro de altura, era magricela e com cabelos curtos e negros como a noite, feitos de lã. Como olhos ela pregara dois botões azul-turquesa. Outros detalhes foram cuidadosamente feitos com tintas para tecido de todas as cores imagináveis.
Juliet fez uso de todo o seu sentimento para criar a boneca e o fazia com tanto cuidado e atenção que era como se estivesse tecendo a própria filha.

 PARTE 2-



Ele era o único com quem Juliet conseguia manter um diálogo por mais de dez minutos sem se sentir completamente entediada e desinteressada. Demorou, mas ela já estava bem acostumada com o Dr. Aldrey D'amohe.
-Vai ser bom pra você, Juliet. Quem sabe a doçura de uma criança não a torne mais sociável...
-Acredito que sim. Quero tanto vê-la, Dr. Al.- a intimidade era suficiente para a diminuição do nome, mas não para quebrar a relação médico-paciente. - Esperei muito que esse dia chegasse, obrigada.
-Não é a mim que você tem que agradecer. O mérito é todo seu. Afinal, depois que você saiu da clínica de internação, sua melhora foi indiscutível. Já faz bastante tempo desde sua última crise.
-Eu nunca teria conseguido sem você. Não deixarei nada estragar a felicidade da minha filha nessa semana. Custe o que custar.
-Não lembro a última vez que lhe vi tão empolgada, Juliet. Não vejo como uma coisa tão boa pode vir a ser maléfica. Vai correr tudo bem.

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  Gente minha semana tá lotada e não sei se vai dar pra postar aqui todos os dias... mas vai dar sim :D tem que dar. beijoos

Então tá, vocês pediram e aqui está a primeira parte da história :) hoho.  Amo vocês.

PARTE 1-


Faziam seis anos que não a via. Sua única filha. Elas sempre conversavam por telefone, mas agora era diferente. Damie era um amor de menina, doce e verdadeira, o sonho de qualquer mãe. Até de Juliet Malth. Que já havia aceitado que nascera pra ser sozinha. Ela não tinha amigos e nem namorava por opção própria. Já havia tentado antes e percebera que não dava mesmo certo. Seu casamento fora um erro e sua filha também. Mas ela não conseguia não amá-la. Até já dissera o contrário em alguns de seus ataques de histeria. Agora que ia muito bem psicologicamente, já tinha plena consciência de que era amor o que ela sentia. Estava bastante feliz por tê-la, mesmo que por pouco tempo. Porém tinha fé de que, se tudo decorresse bem naquela semana, ela poderia receber a filha mais vezes. E nada podia dar errado. Era só uma criança. Foi o que disse seu psiquiatra nas duas últimas consultas.

Ai gente tô super feliz. Sabe, tô começando a ver resultado nas coisas aqui do blog. Já tem gente mandando mensagens pro nosso orkut  e pro twitter dizendo que lêem e que gostam do que a gente escreve *--*hoje já vou fazer umas plaquinhas encomendadas aqui.. quero só ver qual vai ser eleita a mais bonita e que vai receber os créditos, hein. Por isso acho bom irem preparando a de vocês também! Então, pra todos os que nos lêem sempre, ou só as vezes, um big beijo frio, beleza.
Ah, ontem foi sexta-feira 13.. não sou supersticiosa, mas como é considerado um dia macabro eu decidi escrever uma 'historinha de terror' pra vocês, só pra entrar no clima. Mas acontece que a história acabou ficando meio grande. Já tenho ela pronta na cabeça, mas escrever que é bom, só fiz o comecinho. Daí quero saber se alguém aqui quer que eu poste a história mesmo assim. Sabendo que eu vou postar por partes e não tenho nem idéia de quantas partes vão ser. E considerem também que eu posso ser uma péssima escritora de contos de terror, já que esse é o primeiro que tô fazendo. E aí.. vão correr o risco? Muahahaha...

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